Cadastro e acesso
- Tutor com CPF único por clínica, sem duplicata silenciosa
- Paciente com espécie, raça, peso, sexo e microchip
- Equipe e papéis: veterinário, recepção, auxiliar, admin
- Login em etapas com MFA e política de senha
O sistema
O Melea não é um pacote de programas que conversam entre si. É um sistema onde o mesmo paciente atravessa a agenda, a fila, a sala, a internação, o centro cirúrgico, o banho e tosa, a farmácia e o caixa sem ninguém redigitar nada.
Duas interfaces, um sistema
Os dados são os mesmos, as permissões são as mesmas, as regras são as mesmas. Muda o formato da tela — e quem escolhe é a clínica.
A clínica já responde as mesmas cinco perguntas o dia inteiro no telefone: quando é a consulta, quantos faltam, a vacina está em dia, quanto ficou, o exame saiu. O aplicativo responde por ela — e o que o tutor faz nele cai na mesma agenda e na mesma fila que a recepção está olhando, não numa caixa de entrada para alguém digitar depois.
O que ele faz
Tudo o que o tutor toca escreve no sistema da clínica. Não existe uma base do aplicativo e outra do balcão — é a mesma consulta, a mesma fatura e a mesma fila.
O próximo compromisso, o que está acontecendo agora e os avisos da clínica. Quando a recepção chama, o telefone diz «estão chamando você».
Marcar, remarcar e cancelar dentro da janela da clínica. Confirmar presença e dar o próprio check-in — que é a mesma transição que a recepcionista faria.
Ficha, carteirinha de vacinas com as doses e os vencimentos, documentos liberados e a foto do animal, enviada pelo próprio tutor.
Faturas, plano de saúde e pacotes de banho. Pix copia-e-cola, QR, boleto e cartão — a Melea nunca vê o cartão, quem processa é o gateway.
O banho pelo lugar do animal, a internação pelo que o veterinário publica, a cirurgia pelo relógio: entrou, começou, terminou, acordando.
Perfil, avisos, privacidade e o termo de consentimento assinado em casa, com calma, em vez de no balcão com a caneta na mão.
E isso é uma decisão, não uma pendência. Prontuário, evolução da internação, sinais vitais, prescrição, diagnóstico, prognóstico e as notas que a equipe escreve entre si não chegam ao celular. O que chega é o que o veterinário publica — o comunicado, o resultado liberado, as orientações da alta. Um aplicativo que espelhasse o prontuário transformaria cada linha escrita às pressas num documento lido fora de contexto.
O aplicativo pergunta ao sistema quais módulos aquela clínica tem e esconde o resto. Quem não interna não vê aba de internação; quem não dá banho não vê o acompanhamento da tosa. O tutor de um petshop e o de um hospital abrem o mesmo aplicativo e veem coisas diferentes, sem ninguém configurar nada.
Como está montado
Os dados da sua clínica não dividem tabela com os de ninguém. O isolamento é físico, não um filtro de consulta.
Toda escrita na API vira registro: quem, o quê, quando. Não é opcional nem depende de a tela lembrar de gravar.
Trocar a senha invalida todos os outros aparelhos na hora. O tablet esquecido na sala deixa de ser um problema.
Roda no navegador do computador, do tablet e da TV. Atualização nova entra sem ninguém passar na clínica.
Em 40 minutos de demonstração a gente percorre o dia inteiro da sua clínica dentro do sistema — do primeiro check-in ao fechamento do caixa.