Banco por clínica
O subdomínio da clínica escolhe o banco antes de qualquer consulta rodar. Uma consulta mal escrita não tem como alcançar o dado de outra clínica: ela nem está conectada nele.
Segurança e privacidade
A maioria dos sistemas separa clientes por uma coluna de identificação e uma cláusula na consulta. O Melea separa por banco de dados. É mais trabalhoso de operar — e é a única separação que não depende de ninguém escrever a consulta certa.
Isolamento
O subdomínio da clínica escolhe o banco antes de qualquer consulta rodar. Uma consulta mal escrita não tem como alcançar o dado de outra clínica: ela nem está conectada nele.
A sessão carrega a versão da senha do usuário. Trocar a senha invalida na hora todos os outros aparelhos — o tablet esquecido na sala deixa de ser um problema.
A tela da sala de espera é autenticada por um token do aparelho, num endereço próprio. Não existe sessão de pessoa aberta numa parede que qualquer um alcança.
Entrada no sistema
O login é em etapas: primeiro quem é, depois a confirmação em segundo fator. A política de senha é aplicada pelo servidor, não sugerida pela tela.
Registro do que aconteceu
Ela é automática em toda escrita da API. Não depende de a tela lembrar de gravar, nem de alguém marcar uma caixa nas configurações. Se um dado mudou, existe uma linha dizendo quem mudou e quando.
LGPD
E o animal continua com o histórico clínico, que é da clínica e do próprio paciente. Conciliar essas duas coisas é a parte difícil — e é onde a maioria dos sistemas escolhe apagar tudo ou não apagar nada.
Quando um tutor pede a remoção, os dados pessoais dele são apagados — nome, CPF, contato, endereço. O histórico clínico do animal permanece, sem dono identificável.
Excluir a linha inteira apagaria também o prontuário de um paciente que talvez volte, com outro tutor. A anonimização atende ao pedido sem destruir registro clínico.
O consentimento do tutor e as preferências de contato — por onde ele aceita receber lembrete de consulta e de vacina — ficam na ficha dele, e o sistema as respeita na hora de enviar.
Quando o tutor pede os dados que a clínica guarda sobre ele, a recepção exporta a ficha completa da própria tela, sem abrir chamado com ninguém.
O CPF aparece mascarado no balcão. Na TV da sala de espera, o sobrenome do tutor é parcialmente ocultado: quem está esperando se reconhece, e a sala inteira não fica sabendo quem ele é.
São decisões de tela, mas com a mesma finalidade da lei: expor o mínimo suficiente para o trabalho acontecer.
A gravação fica no navegador do consultório até o prontuário ser salvo, e então deixa de existir. Não há arquivo de voz em servidor.
O que fica é o texto revisado e assinado pelo veterinário — que é o documento clínico, e o único que precisava existir.
Operação
Cópia diária do banco da sua clínica, com retenção e restauração testada.
Verificação de saúde contínua e rastreio de erros, com alerta antes de a clínica perceber.
HTTPS em todo o caminho, com certificado próprio para o subdomínio da clínica.
Cancelou? A exportação completa é sua, em formato aberto, antes de o banco ser removido.
Responder “é seguro” não ajuda ninguém. Mande a pergunta concreta que a gente responde com o que o sistema faz — e com o que ele não faz.